Pela nona vez consecutiva, a equipe de Baja da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), coordenada pelos professores Eduardo Barreda e Rubemal Neto, venceu como melhor time da região Norte na competição Baja SAE Brasil, evento nacional de engenharia onde equipes universitárias de todo o país desenvolvem e constroem veículos off-road. A edição deste ano aconteceu de 26 a 30 de março, em São José dos Campos, São Paulo.

Foto: Divulgação
A equipe Baja UEA é formada por estudantes dos cursos de engenharias e conquistou o 48° lugar na 30ª competição nacional com o veículo “B-EST X 2025”. O grupo participa, anualmente, das disputas que promovem os alunos por meio de um desafio mecânico, esportivo e acadêmico. É a chance que eles têm de aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, com o intuito de fortalecer sua preparação para o mercado de trabalho.
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Atualmente, a equipe conta com 38 membros, organizados em 7 áreas e 1 subárea, divididos em dois núcleos: técnico e operacional. No núcleo técnico estão as áreas de Estruturas, Powertrain, Suspensão, Freio e Eletrônica. Já no núcleo operacional, atuamos com Gestão e Marketing, além da subárea de Financeiro. Após cada competição, é realizado um processo seletivo para novos membros, com destaque para 2025, onde o grupo recebeu diversos calouros com interesse em contribuir e conhecer mais sobre a modalidade.
O reitor André Zogahib conheceu o novo veículo e comemorou com o grupo. “É um orgulho enorme pra nossa universidade ver esses alunos se desenvolvendo cada vez mais. A gente consegue sentir, de longe, o carinho e a dedicação que eles têm por esse trabalho. Me considero um grande fã desse esporte e ter um representante regional, aqui na UEA, mostra o empenho de toda a comunidade acadêmica”, enfatizou.
A acadêmica Vivian Silva Lima, do curso de Engenharia de Produção, afirma que a conquista é uma honra para toda a equipe. “Estarmos presentes durante todos esses anos nas competições é a prova de que a engenharia da região Norte é forte, competente e comprometida. Ser nortista já representa um desafio por conta das dificuldades logísticas e estruturais da nossa região. Por isso, cada participação, cada etapa superada, já é uma grande conquista pessoal e coletiva. Em muitos momentos, a sensação de vitória vem antes mesmo do resultado final, porque sabemos o quanto lutamos para estar lá. Representar o Norte é carregar conosco a garra, a resiliência e o orgulho”, disse.
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Fonte: Amazonas atual