Um funcionário do Cras (Centro de Referência de Assistência Social) de Manaquiri (a 60 km de Manaus), de 31 anos, que não teve a identidade divulgada, foi condenado a 81 anos de prisão por estuprar as duas enteadas, entre 2015 e 2022, quando as vítimas tinham menos de 14 anos. A decisão é da Justiça do Amazonas e foi proferida a partir de denúncia do Ministério Público.

Foto: divulgação
A pena foi dividida em três condenações: duas de 32 anos e um mês por estupro de vulnerável, e uma de 16 anos, 11 meses e 28 dias por estupro qualificado — esta última referente ao período em que uma das vítimas havia completado 14 anos, mas os abusos continuaram. O total soma 81 anos, um mês e 28 dias de reclusão.
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A Justiça entendeu que sua conduta violou gravemente os deveres exigidos de um agente público, principalmente por atuar diretamente na proteção de crianças, adolescentes e famílias vulneráveis. Além da pena de prisão, foi fixada indenização de R$ 10 mil para cada vítima, com juros a partir da data dos crimes.