POLÍTICA & SAÚDE

Ampliação do quadro de serviços da FCecon é defendida na Aleam

A justificativa da Fundação se baseia no seu perfil de hospital de atenção terciária, ou seja, voltado exclusivamente ao tratamento


Durante sessão plenária na Assembleia Legislativa do Amazonas, os serviços da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon) foram motivo de reclamação. O deputado estadual Dr. George Lins (União Brasil) defende que a FCecon assuma, quando necessário, a responsabilidade pelo diagnóstico de câncer, como nos casos de câncer peniano e ósseo.

Foto: divulgação

Segundo o parlamentar, a norma da FCecon, em vigor desde 2022, que exige biópsia prévia para abertura de prontuário, com algumas exceções, impede o acesso de muitos pacientes à unidade e atrasa o início do tratamento.A norma da FCecon permite a abertura de prontuário sem biópsia apenas em casos muito específicos, como tumores cerebrais, de fígado com marcador elevado ou de próstata com PSA acima de 200 mg/ml. Apesar disso, alguns tipos de cânceres seguem de fora da lista de exceções.

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Dr. George contestou a justificativa da Fundação, que se baseia no seu perfil de hospital de atenção terciária, ou seja, voltado exclusivamente ao tratamento. Para o parlamentar, enquanto o Centro de Diagnóstico de Câncer não é uma realidade, a FCecon pode dar essa resposta à população.

Em resposta à manifestação, o diretor-presidente da FCecon, Gerson Mourão, reafirmou que a unidade é um hospital de atenção terciária e reconheceu o cenário complexo enfrentado. Ele se comprometeu a avaliar a proposta apresentada pela Aleam.