SEGURANÇA

Governo do Estado consolida rede de proteção às mulheres com atendimento integrado e novas estruturas na capital e no interior

Mais de 74,6 mil mulheres em todo o estado já foram assistidas pelas políticas públicas do Amazonas


A proteção e a promoção dos direitos das mulheres têm avançado de forma consistente no Amazonas nos últimos anos. Com iniciativas voltadas à ampliação dos serviços, interiorização do atendimento, integração com diferentes órgãos da rede de proteção e promoção da independência financeira, o Governo do Estado consolida uma política pública baseada na proteção integral, garantindo uma rede mais presente, acessível e articulada.

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De 2019 a 2025, a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), por meio da Secretaria Executiva de Políticas para as Mulheres (SEPM), já atendeu mais de 74,6 mil mulheres em todo o estado, alcançando mais de 97 mil pessoas, incluindo filhos e familiares.

Ao longo desse período, foram realizados mais de 40,9 mil encaminhamentos para instituições como Defensoria Pública, unidades de saúde e centros especializados, garantindo acesso efetivo a direitos e assistência.

No mês de março, marcado pelo Dia Internacional da Mulher, a rede de proteção ganha ainda mais força com a intensificação de ações, que incluem mutirões de atendimento, campanhas educativas, orientação jurídica e iniciativas de capacitação profissional, reforçando o compromisso do Governo do Amazonas com a prevenção da violência contra mulher e o fortalecimento da autonomia feminina.

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A secretária de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania, Jussara Pedroso, explicou como funcionam os atendimentos da rede de proteção, que conta com equipes multiprofissionais e integradas para garantir o acolhimento e proteção integral às mulheres.

“Nosso foco é combater o feminicídio e ficar mais próximo ainda da população. Quando uma mulher busca ajuda, na própria delegacia, temos equipes da Secretaria de Justiça, psicólogos, assistentes sociais e jurídicos para fazer o acolhimento. Ela é acolhida e direcionada para o serviço de saúde caso tenha ocorrido qualquer tipo de violação e se for necessário, fazemos o acolhimento em um abrigo provisório ou até mesmo definitivo, não só dela, como também dos seus filhos”, declarou.

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A atuação integrada com instituições públicas e privadas também tem fortalecido a política de proteção. Parcerias têm permitido, por exemplo, o monitoramento eletrônico de agressores, a capacitação profissional e a inserção de mulheres em situação de violência no mercado de trabalho, em articulação com o Sistema Nacional de Emprego (Sine).

Outro eixo estratégico tem sido a prevenção. Ações educativas, campanhas e mobilizações comunitárias realizadas pela Sejusc impactaram cerca de 98,4 mil pessoas, levando informação e conscientização sobre o enfrentamento à violência contra a mulher. Palestras, rodas de conversa e campanhas temáticas têm sido ferramentas importantes para transformar realidades e ampliar o acesso à informação.